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CLIPPING DIGITAL

Executivo: Fabrício Vendichetis Martins
ASSESSOS - ASSESSORIA DE IMPRENSA.


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Entrevista Fabrício Vendichetis Martins - The New York Times

Fabrício Martins, the chief security officer at Nexxy Capital Group, a top provider of Web sites for e-commerce companies, said,
"Most businesses here don't take precautions until something bad happens that obliges them to take action."

Mr. Martins, for example, first reinforced Nexxy's security software after e-mail addresses of online clients were stolen two years ago.
Now his is one of 20 software programs for credit card clearing approved by Visa International in Brazil.

Why are Brazil's hackers so strong and resourceful? Because they have little to fear legally, Mr. Assunção said, adding that
hackers here are sociable and share more information than hackers in developed countries. "It's a cultural thing," he said.
"I don't see American hackers as willing to share information among themselves."

Though the expense of owning a computer is prohibitive for most people in this country, where the average wage is less than
$300 a month, getting information about hacking is simple. H4ck3r magazine, available at newsstands
across the country, sells about 20,000 copies a month.


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Artigo Folha de São Paulo -
A impunidade na Internet está com os dias contados.

 
Com a crescente quantidade de dados eletrônicos, freqüentemente deparamos com advogados tentando, na maioria das vezes sem sucesso, identificar evidências de crimes na Internet. A descoberta dos culpados pelos chamados ataques cibernéticos" torna-se extremamente complicada, quando as evidências estão escondidas em uma rede mundial de computadores, onde todos, de qualquer lugar do mundo, têm acesso.

Para auxiliar na solução destes problemas e aumentar a probabilidade de localização dessas evidências, especialistas em segurança da informação criaram o conceito de Forense Computacional. A chamada "perícia forense" é uma das práticas que mais recebeu
atenção na área de segurança nos últimos anos e seu objetivo é investigar ataques a sistemas e obter respostas às seguintes perguntas:
Quem realizou o ataque (endereço IP do atacante)? Como o ataque foi feito (ferramentas utilizadas; vulnerabilidade
ou falha encontrada pelo atacante)? Qual a intenção do atacante (que "estragos" ele fez no sistema atacado)?

A prática existe nos EUA há alguns anos, mas, aqui no Brasil, apesar de profissionalmente o mercado ser promissor, o assunto
ainda é novo. O país ainda conta com poucas pessoas especializadas, mas a procura por profissionais que conheçam a técnica
cresce consideravelmente. Por este motivo, aqueles que possuem em seus currículos conhecimento sobre o assunto, mesmo que mínimo, tornam-se diferenciais no mercado de segurança, ou até mesmo estão criando um novo campo de trabalho.

Cursos a respeito também são escassos por enquanto, mas grupos de discussão já começam a ser formados para debater o
assunto e formar uma rede de relacionamento para troca de experiências. A lista "Perícia Forense Aplicada à
Informática" é a mais conhecida entre os especialistas brasileiros.

O profissional de tecnologia que deseja ser um "Perito em Computação Forense" precisa ter experiência significativa na área
de segurança, governamental e, imprescindivelmente, que seja extremamente confidencial. Além da falta de
"profissionalização" e informação sobre o tema, o país ainda não conta com uma norma específica para esta ciência. Portanto,
hoje em dia, os profissionais e empresas que atuam neste segmento têm a preocupação de desenvolver dossiês das evidências
em casos civis e corporativos, determinando quais investigações serão necessárias, para poder formar uma rede de
consulta para posteriores crimes. Por isso é fundamental que o perito entenda alguns artigos descritos no
Código de Processo Penal, evitando que as evidências coletadas sejam consideradas ilegais.

Especialistas alertam as empresas sobre a importância da manutenção da segurança em suas redes, para evitar os incidentes,
pois ainda não há um sistema totalmente seguro. Porém, se caso o fato aconteça, a perícia forense pode ser
colocada em prática com eficácia, desde que as companhias mantenham a política de segurança fundamentada e
documentada, ou seja, desde que se tenha material para se fazer o trabalho.

Apesar de nova no país, as experiências internacionais em perícia forense resultaram em um estudo do Instituto de
Computação da Unicamp, identificando o conceito como "a ciência que estuda a aquisição, preservação, recuperação e
análise de dados que estão em formato eletrônico e armazenados em algum tipo de mídia computacional".

Vale lembrar aos usuários em geral que, para evitarem maiores problemas e facilitar o trabalho dos peritos, procurem empresas
preocupadas com políticas e procedimentos em segurança da informação, pois caso seja alvo de qualquer problema ou crime,
o mesmo possa ser sanado. Esse cuidado vale principalmente para usuários de provedores e de instituições financeiras.

Fabrício Martins - gerente de segurança e sistemas da Dedalus Hosting & Comunicações.


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Tendência e seus impactos no modelo de negócios de empresas de software.


Durante os últimos 02 anos, o mercado de software tem mostrado uma grande tendência de soluções sendo fornecidas como
serviços ou SaaS (software as a service). Recentemente um estudo do Gartner mostrou que em 2005, o mercado de soluções SaaS representavam de 5% do total de software comercializado e que em 2011 será pelo menos 25% do mercado mundial de software.

Várias empresas tem sua estratégia de fornecimento de software baseda no modelo SaaS e os grandes players do
mercado de software como: Microsoft, Oracle, SAP, entre outros, já tem ofertas de seus produtos neste modelo.

Dentro deste novo horizonte para os próximos anos, a Nexxy Capital – fundo nacional de investimentos em empresas de
tecnologia aposta no modelo SaaS como um das forças principais de crescimento no mercado de software.

Conversamos com Fabrício Martins – CTO da Nexxy sobre esta tendência e seus impactos no modelo
de negócios de empresas de software.
 


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ELEJA SEUS LÍDERES EMPRESARIAIS!!!!


O Fórum de Líderes Empresariais está em ritmo de eleição para a escolha dos Líderes Estaduais e Líderes Setoriais Nacionais que mais se destacaram em 2008.

Não há pré-candidatos: você poderá votar livremente naqueles que estiverem exercendo, com destaque, atividades
empresariais ou executivas, e com os quais você mais se identifique.

Os novos Líderes passarão a fazer parte do Fórum e terão espaço para expressar suas idéias e necessidades.

A eleição, na sua 31ª edição, é eletrônica, e pode ser feita pelo site até o dia 30 de setembro de 2008.

VOTE e escolha livremente os empresários que mais se destacaram em sua opinião!

Para mais informações: ligue (11) 3043-7395 ou mande e-mail para: lideres@lideres.org.br


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Entrevista - Brasil precisa definir seu papel no offshore

Analista da Nexxy Capital afirma que esta seria uma forma de atrair interesse de fundos de investimento estrangeiros


O crescimento exponencial do número de empresas que abriram, ou estão em processo de abertura de capital na
bolsa de valores de São Paulo (Bovespa) pode parecer um bom momento para a economia local, mas em um cenário
pessimista pode representar uma bolha semelhante à da internet, que em 2000 promoveu a quebra de
muitas empresas da área de internet e tecnologia.

A afirmação é de Fabrício V. Martins, diretor de operações da Nexxy Capital. De acordo com ele, esse crescimento
– somente neste ano 62 empresas realizaram IPO na Bovespa, totalizando 153 corporações pertencentes aos segmentos especiais
(Novo Mercado, Nível 1 e Nível 2) – é uma fase fora da curva. “Qualquer movimento de mercado pode impactar a bolsa e
promover um estouro da bolha similar ao ocorrido em 2000”, explica o executivo, fazendo referência à
supervalorização das empresas de internet que abriram capital na Nasdaq na época. “Ainda em 2008, o mercado
pode sentir as conseqüências dessa fase inflada da Bovespa”, alerta o diretor.

Um cenário otimista, na visão de Martins, contemplaria uma média entre IPOs e investimento por parte de empresas de Private Equity.
“O Brasil tem grandes oportunidades em setores emergentes, como indústrias, infra-estrutura, usinas, energia e
até mesmo TI, que demandarão capital para crescer”, pontua.

No caso específico de TI, Martins acredita que é preciso estabelecer um foco para atuação do País como fornecedor mundial.
“Não é claro ainda a atuação do Brasil para o mercado internacional. As empresas estrangeiras não sabem
se somos desenvolvedores, como a Índia, ou fabricantes, o que nos coloca em uma situação desfavorável em relação aos nossos concorrentes”, diz ele, ressaltando que incentivos internos, como reformas tributárias e trabalhistas, poderiam reverter a situação.

Uma estratégia eficiente no curto prazo seria intensificar o movimento de fusões e aquisições das empresas. “No curto prazo pode
agregar valor, atrair players e promover uma alavancagem de mercado”, ressalta o analista, citando que a fase de
consolidação por que o Brasil está passando é primordial para atender ao mercado regional.


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SION PEOPLE CENTER

Sion traz ao Brasil conceito de People Center


Equivalente aos "alternate sites", a terminologia diz respeito a centros com infra-estrutura física e
tecnológica de contingência para as empresas.

Por Fernanda K. Ângelo, do COMPUTERWORLD

Desastres como o 11 de Setembro ou o incêndio do edifício-sede da Eletrobrás, no Rio de Janeiro, em 2004, foram determinantes para que companhias entendessem a necessidade de ter uma estrutura de contingência de seus dados.

Agora, com as leis e convenções criadas recentemente, como Sarbanes-Oxley, Basiléia II, somadas às métricas de boas práticas como ITIL, CoBit, MSF e Coso, surge também a demanda por infra-estrutura física e tecnológica de contingência.

Apostando nisso, a brasileira Sion, que tem por trás o grupo de investimentos Doupar Participações, montou no bairro da Barra Funda, em
São Paulo, o que diz ser o primeiro People Center da América Latina. A terminologia se equivale aos mundialmente conhecidos
"Alternate Sites" - espaços onde toda a infra-estrutura de uma companhia pode ser replicada, de forma a garantir a
continuidade dos negócios em caso de desastres.

Fabrício Martins, vice-presidente de tecnologia e segurança da companhia, conta que, por exemplo, a Sarbox obriga as empresas a ter contingências não só de dados, mas também de pessoas. Outra proposta, esta da Basiléia II, sugere que o "site alternativo"
tem de ser terceirizado. E o DRI (Disaster Recovery Institute) tem como premissa que não se deve mandar pessoas para onde se manda os dados. Ou seja, os problemas precisam ser isolados e os data centers não devem mais ficar criando posições internas de atendimento emergencial.

"É feito o mapeamento dos processos do cliente e toda a sua necessidade de TI é instalada no people center", explica Martins.
De acordo com Martins, o serviço é vendido em um modelo semelhante ao de seguros de carros, em que o cliente paga um valor
mensal e tem direito a utilizar a infra-estrutura por um número determinado de dias por mês. "O espaço não é para uso no dia-a-dia, mas especificamente para indisponibilidades", diz o executivo. Em São Paulo, conforme exemplifica o vice-presidente, o uso do centro de contingência deve acontecer com mais incidência em ocasiões como greve, enchentes ou mesmo o trânsito, que impedem o acesso do profissional ao escritório oficial.

Martins revela que a Sion já investiu 5 milhões de reais nas instalações básicas do People Center, que incluem tecnologia de
autenticação por token, equipamentos de call center da Avaya, servidores Dell e outros equipamentos que garantam a disponibilidade ininterrupta de energia e telefonia. Outros 10 milhões de reais, segundo Martins, serão investidos nos próximos meses
conforme as necessidades específicas dos clientes.

Sem citar o nome, Martins conta que a Sion já tem um contrato fechado com uma agência internacional de notícias. O executivo
ainda revela que a companhia deve anunciar pelo menos outros seis clientes no próximo mês. A meta da companhia é alcançar
faturamento de 10 milhões de reais em seus primeiros 12 meses de atuação.


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DH&C Outsourccing investe em segurança da informação


Novos investimentos do data center começam com a contratação de Fabrício Martins, ex-CIO da Nexxy Capital,
que passa a atuar como gerente de segurança e sistemas.

Por André Borges

A Dedalus Hosting & Comunicações, especializada em soluções de tercerização, sistemas corporativos de comunicação e segurança para ambientes de missão crítica, está ampliando sua área de segurança da informação.

A empresa acaba de anunciar a contratação de Fabrício Martins como gerente de segurança e sistemas. O profissional é ex-CIO
da Nexxy Capital, empresa responsável pela implementação de sites como o da Previdência Social.

A Dedalus deve contratar entre dez e 15 profissionais para a área de segurança. Investimentos em infra-estrutura, hardware e software também serão feitos. O objetivo, segundo Martins, será o de prevenir os clientes sobre possíveis falhas em seus ambientes, corrigindo com antecedência os pontos vulneráveis.

Hoje o data center mantém cerca de 600 servidores em operação, os quais hospedam operações de aproximadamente 110 clientes,
entre estes empresas como Embraer e Americanas.com.

?A segurança que se busca em data center ainda é redundância de infra-estrutura. Mas nós queremos prover um núcleo para segurança da informação. Faremos auditorias independentes dos processos rotineiros do data center, diz o executivo.

Antes de ingressar na companhia, Martins passou por cargos de direção na Aginte, Nexxy Capital, Salutia e Tesla.

Curriculum Vitae

IT (Information Technology) and Operations Executive, with careers made in national and multinational companies, with focus on the challenges lined up for construction and restructuring of companies.

This characteristic I had the confidence of various Private Equity Funds and Venture Capital, where I recived the responsibility of being the executive of confidence in their new investments. Not only in those circumstances, but in general, my work has always been guided in the construction of products, support the development of services, analysis of competition, training and leadership of teams, and specially, serving as an interface between the administrative areas.

I graduated in Data Processing and Computer Science, and have studied extension of my degree in Network Security at MIT, USA.

 

 

 


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